Mato Grosso, 28 de março de 2017

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Economia

Alckmin diz que 3,5% de ferrovias da CPTM têm problemas: 'agulha em palheiro'

Em 17 de março de 2017 as 14h05

Reportagem do SPTV mostrou que os maquinistas são obrigados a reduzir a velocidade em 49 trechos da rede devido a problema nos trilhos.

Fonte: G1

http://expressomt.com.br/economia-agronegocio/alckmin-diz-que-3-5-de-ferrovias-da-cptm-tem-probl-178900.html

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta sexta-feira (17) que apenas 3,5% da ferrovia da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) carecem de manutenção. O governador comparou os problemas de manutenção a "agulha em palheiro": "você vai sempre achar para criticar".

Reportagem do SPTV mostrou que os maquinistas são obrigados a reduzir a velocidade em 49 trechos da rede devido a problema nos trilhos. O problema mais antigo da linha é de 2001, quando os técnicos da CPTM disseram que o trilho entre Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista, na linha 7- Rubi, estava desnivelado. Por isso, o limite de velocidade caiu de 90 km/h para 20 km/h. Hoje, 16 anos depois, o problema não foi resolvido e nem tem data pra ser.

"Você tem 3,5% da ferrovia com problema, com manutenção, que é periódica, permanente. Mas não enxerga que a CPTM transporta três milhões de passageiros por dia. E o Metrô, cinco milhões de passageiro dia. Se ficar procurando agulha em palheiro, você vai sempre achar para criticar", justificou.

De acordo com Alckmin, focar nos problemas do transporte público, em vez de ver o conjunto da obra, "é um desestímulo a quem está trabalhando, ao ferroviário que está se dedicando, transportando 3 milhões de passageiros por dia, 5 milhões de passageiros no metrô".

Segundo Alckmin, São Paulo é o único estado brasileiro que investe no sistema metroferroviário. "É um exemplo. Questões pontuais permanentemente nós estamos avançando", concluiu.

A reportagem do SPTV mostrou também que a linha 12-Safira é a campeã de lentidão. Ao todo, em 18 quilômetros de trilhos os trens rodam mais devagar, o que corresponde a quase 24% da linha. Entre as estações Tatuapé e USP Leste, por exemplo, a travessia do córrego Tiquatira está danificada, o que provoca o desnivelamento das vias na curva. A falha persiste desde março de 2015 e não tem data para mudar.


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